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Explicações em linguagem simples sobre doenças urológicas, cirurgia robótica e saúde do homem — direto do consultório para você.

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Cirurgia Robótica

Planejamento de cirurgia robótica para nódulo renal: estudo da anatomia, preservação do rim e comunicação clara para dar segurança ao paciente.

Após a pieloplastia robótica, os principais cuidados envolvem feridas limpas e secas, retirada programada do cateter duplo J, repouso inicial, boa hidratação e dieta rica em fibras.

O robô não opera sozinho: ele replica os movimentos do cirurgião e tem mecanismos de segurança. A cirurgia robótica é menos invasiva, usa pequenas incisões e tende a permitir recuperação mais rápida.

Dr. Fred comenta prostatectomia radical robótica, nefrectomia parcial robótica, ureterorrenolitotripsia a laser, nefrolitotripsia percutânea e enucleação prostática a laser.

Orientações gerais para o pré-operatório urológico: siga seu médico, não suspenda remédios por conta própria e evite álcool e cigarro antes da cirurgia.

Cirurgia robótica é segura, mas não é isenta de complicações. Dr. Fred explica riscos gerais, riscos ligados ao equipamento e a importância de um cirurgião experiente.

O robô opera em regime mestre-escravo — só obedece ao cirurgião. Dr. Fred explica os 3 componentes, a visão 3D em alta definição, as pinças que giram 720°, os orifícios de 8mm e a preservação de nervos e esfíncter no câncer de próstata.

Próstata

A consulta com urologista ajuda a rastrear câncer de próstata e avaliar sintomas urinários da HPB, usando PSA, toque retal e acompanhamento periódico.

Dr. Fred esclarece mitos sobre idade, sintomas e efeitos do tratamento do câncer de próstata, reforçando a importância do diagnóstico precoce.

A hiperplasia prostática benigna é comum, mas hoje há alternativas modernas e minimamente invasivas que preservam a função sexual.

Jato fraco e esvaziamento incompleto costumam ser atribuídos à próstata, mas nem sempre essa é a causa — a investigação correta muda o tratamento.

A enucleação da próstata a laser (HoLEP) remove todo o núcleo/adenoma que estrangula a uretra, pelo canal da urina e sem cortes — trata até próstatas muito volumosas e melhora o jato.

Dr. Fred explica os principais problemas da próstata: crescimento benigno, prostatite e câncer de próstata, com sinais de alerta, rastreamento e opções de tratamento.

A biópsia de próstata investiga PSA elevado, nódulo ao exame físico ou suspeita de câncer, geralmente após ressonância multiparamétrica e com coleta guiada por imagem.

A perda temporária de urina após retirada da próstata pode ocorrer porque o esfíncter urinário fica fragilizado por um período. Fisioterapia pélvica e exercícios ajudam na recuperação.

No pós-operatório da retirada da próstata, atenção a febre, sangramento e obstrução da sonda. Hidratação, intestino regular e exercícios pélvicos ajudam na recuperação.

PSA alto nem sempre é câncer: pode ocorrer por próstata aumentada, inflamação ou infecção. Ainda assim, exige avaliação urológica e, em alguns casos, imagem e biópsia.

Após prostatectomia radical, espera-se PSA zerado. O exame continua no seguimento porque qualquer elevação pode ser sinal precoce de recidiva do câncer de próstata.

Dificuldade para iniciar o jato urinário pode ocorrer por obstrução da próstata aumentada, estenose de uretra ou alterações neurológicas que prejudicam o relaxamento do esfíncter.

O câncer de próstata pode voltar após cirurgia ou radioterapia conforme agressividade, estágio e tratamento inicial. Mesmo na recidiva, há opções de resgate e controle.

O Score de Gleason no laudo da biópsia de próstata ajuda a estimar agressividade do câncer, mas deve ser interpretado com o urologista ou oncologista.

Finasterida e dutasterida reduzem DHT e podem diminuir a próstata na HPB, mas demoram meses para agir e devem ser indicadas individualmente.

Vigilância ativa pode acompanhar com segurança casos selecionados de câncer de próstata e câncer de rim de baixo risco, desde que o paciente siga consultas e exames periódicos.

Próstata aumentada não significa câncer. Dr. Fred diferencia HPB de câncer de próstata e reforça a importância do rastreamento urológico regular.

Rim e Cálculos

Obstruções urinárias congênitas, como a válvula de uretra posterior em meninos, podem repercutir na bexiga e nos rins e exigem avaliação obstétrica e urológica pediátrica precoce.

Comidas típicas, álcool e pouca água nas festas juninas favorecem a desidratação e aumentam o risco de pedras nos rins.

Alterações nos vasos sanguíneos podem impactar diretamente o funcionamento dos rins, muitas vezes de forma silenciosa.

A endometriose pode comprometer bexiga e ureteres de forma silenciosa, com riscos importantes quando não investigada.

Anti-inflamatórios usados com frequência ou sem orientação médica podem comprometer a função renal de forma silenciosa.

Cálculos urinários se formam quando sais da urina precipitam. Hidratação, controle dos sais promotores e reposição de inibidores como citrato podem reduzir recorrência.

Ectopia renal é quando o rim nasce fora da posição habitual. Na maioria das vezes não atrapalha a filtragem nem a drenagem, mas alguns casos precisam de avaliação por possível obstrução.

Problemas renais podem ser silenciosos. Dr. Fred alerta para não esperar dor ou sintomas antes de cuidar dos rins, já que alterações podem envolver pressão, líquidos e perda de proteína.

Cálculos renais volumosos podem comprometer silenciosamente o rim. Dr. Fred explica como a nefrolitotripsia percutânea fragmenta e aspira esses cálculos em casos selecionados.

Muitas cirurgias para cálculos urinários podem ser feitas sem cortes, usando instrumentos finos pelos canais naturais e laser para fragmentar a pedra.

Espuma na urina pode ser apenas resíduo no vaso, mas também pode indicar proteína na urina e possível lesão renal. O vídeo orienta avaliação com urologista ou nefrologista.

A nefrolitotripsia percutânea trata cálculos renais por acesso através da pele e costuma ser reservada para pedras maiores que 2 cm ou muito volumosas.

Hidronefrose nem sempre precisa de cirurgia. Dr. Fred explica quando exames indicam tratamento cirúrgico e como a pieloplastia corrige a passagem da urina na estenose da JUP.

No câncer de rim inicial, quando o tumor permite, a nefrectomia parcial preserva o restante do rim. Dr. Fred explica a diferença entre retirar todo o rim e remover apenas o tumor.

Dr. Fred diferencia cisto renal simples de doença renal policística, condição genética que exige acompanhamento e cuidados para preservar a função dos rins.

Hidronefrose é a dilatação do rim e pode aparecer em ultrassom desde a gestação até a vida adulta. Dr. Fred explica quando acompanhar e quando tratar para preservar a função renal.

O tratamento a laser usa aparelhos finos pela uretra para alcançar o ureter ou o rim e fragmentar cálculos sem cortes, especialmente pedras pequenas a moderadas.

A transcrição real explica hidronefrose como dilatação do rim, geralmente acompanhada com ultrassons seriados, mas às vezes ligada a obstrução ou refluxo que exigem tratamento.

Refluxo vesico-ureteral é o retorno da urina da bexiga para o ureter e pode levar bactérias até o rim, causando infecção urinária com febre, especialmente em crianças.

Saúde do Homem

Dor ou ardor ao urinar é sinal de alerta. Dr. Fred explica causas comuns como infecção urinária, ISTs, prostatite, cistite intersticial, cálculos e irritações locais.

Incontinência urinária tem tratamento. O vídeo diferencia perda por urgência e por esforço e comenta medidas comportamentais, fisioterapia, medicamentos e cirurgias.

O câncer de testículo pode acometer homens jovens e tem alta chance de cura quando diagnosticado cedo. Dr. Fred orienta o autoexame e os sinais de alerta.

Varicocele é comum, mas nem sempre precisa tratar. O vídeo explica quando a cirurgia é indicada, sua relação com infertilidade e a técnica microcirúrgica.

O açúcar em excesso pode afetar rins, bexiga, próstata e até a função sexual. Dr. Fred explica como esse hábito comum impacta a saúde urológica.

Dor no testículo nunca deve ser ignorada: algumas causas são urgentes, como a torção testicular, e exigem atendimento imediato.

Nenhum exame substitui uma boa conversa e um exame clínico bem feito: é no contato com o paciente que começa o diagnóstico.

Nenhum exame substitui uma boa conversa e um exame clínico bem feito: é no contato com o paciente que começa o diagnóstico.

O sistema urinário sofre alterações ao longo do tempo — e nem todo sintoma deve ser aceito como “normal da idade”.

O que parece apenas estético pode estar ligado a desconforto, dor ou impacto na função sexual — a avaliação médica é essencial.

Esperar o testículo não descido “resolver sozinho” pode trazer consequências como infertilidade — o acompanhamento é essencial.

Quase metade dos homens nunca foi ao urologista — e doenças como o câncer de próstata evoluem em silêncio quando não há acompanhamento.

Nem toda fimose significa cirurgia: nos primeiros anos de vida ela pode ser fisiológica, e há tratamento adequado para cada caso.

Prevenção não deve ficar limitada a uma especialidade: Dr. Fred lembra que câncer colorretal também merece atenção e conversa médica sobre colonoscopia.

Infecção urinária de repetição não se resolve trocando de antibiótico: pode esconder cálculo, obstrução ou esvaziamento incompleto da bexiga — e o uso repetido gera resistência bacteriana.

Na estenose (estreitamento) da uretra sem tecido local para reconstruir, a mucosa da boca — que regenera bem e não faz falta — vira enxerto para refazer o canal da urina.

Hidrocele é acúmulo de líquido ao redor do testículo; varicocele é dilatação das veias testiculares e só costuma exigir tratamento quando se associa à infertilidade.

Traumas graves de uretra podem ocorrer em fratura de bacia, queda a cavaleiro ou passagem traumática de cateter. Sangue na ponta da uretra e dificuldade para urinar exigem cuidado imediato.

Cuidados depois da vasectomia incluem curativo seco, suporte escrotal, gelo, repouso relativo e manutenção de contracepção até o espermograma confirmar ausência de espermatozoides.

Sangue na urina é o principal sinal de alerta para câncer de bexiga. Dor pélvica, urgência e frequência urinária também podem exigir investigação quando infecção é descartada.

Dificuldade de ereção não deve ser tratada apenas como problema da idade. Dr. Fred relaciona disfunção erétil a hábitos de vida, hipertensão, diabetes e risco cardiovascular.

Para dor pélvica crônica e síndrome da bexiga dolorosa que persistem apesar de tratamentos clínicos, a neuromodulação sacral pode ser uma alternativa em casos selecionados.

O preparo cirúrgico deve ser individualizado: medicamentos, anticoagulantes, remédios para emagrecer, pressão alta e glicemia precisam ser avaliados antes do procedimento.

Medicamentos para ereção podem ser seguros quando bem indicados, mas o uso sem avaliação pode virar dependência psicológica e prejudicar a confiança na ereção natural.

Sangue na urina pode ter origem em diferentes pontos do trato urinário e estar associado a infecções, cálculos, doenças renais ou tumores urológicos. É sinal para procurar avaliação médica.

Quando outros tratamentos para disfunção erétil não funcionam, a prótese peniana pode restaurar rigidez com cilindros implantados nos corpos cavernosos, em modelos semirrígidos ou infláveis.

Acordar à noite para urinar pode ter relação com hábitos, problemas urinários ou causas sistêmicas como edema nas pernas. Quando incomoda ou acontece muitas vezes, merece avaliação.

Jato fraco, jato interrompido e esforço para urinar podem indicar estenose de uretra, um estreitamento do canal urinário que pode ter causas infecciosas, traumáticas ou pós-procedimento.

A vasectomia é descrita como procedimento simples, com anestesia local, pequeno corte no escroto e interrupção dos ductos deferentes. A decisão deve ser encarada como definitiva.

O cigarro prejudica a circulação e pode afetar as artérias que irrigam o pênis. Disfunção erétil também pode ser sinal precoce de risco cardiovascular.

Qualquer perda involuntária de urina merece atenção. Incontinência urinária não é apenas da idade nem exclusiva de mulheres, e há opções de tratamento.

Ano novo é oportunidade para transformar promessas em rotina: beber água, praticar atividade física e manter consultas preventivas em dia.

Álcool em excesso pode irritar a bexiga, aumentar a produção de urina, piorar sintomas urinários e afetar a função sexual. A orientação é moderar e hidratar.

Mesmo nas festas, hábitos simples contam: manter hidratação, moderar o álcool e não abandonar a atividade física.

Bexiga neurogênica exige diagnóstico do tipo de disfunção. O tratamento pode incluir fisioterapia, mudanças de hábito, medicamentos, botox vesical e neuromodulação.

Disfunção erétil tem tratamento. Dr. Fred explica opções como comprimidos, psicoterapia, medicamentos injetáveis e, em último caso, prótese peniana.

Cigarro e vape podem lesar o revestimento da bexiga e aumentam o risco de câncer de bexiga. A prevenção passa por não fumar.

Dor testicular súbita pode indicar torção testicular, uma emergência urológica. Outras causas incluem infecção e tumor, por isso a avaliação médica não deve esperar.

Incontinência urinária pode ser por esforço, urgência ou ambos. Na maioria dos casos, o tratamento inicial é sem cirurgia, com fisioterapia pélvica e medicamentos quando indicado.

O câncer de testículo acomete principalmente adultos jovens e costuma aparecer como caroço ou alteração palpável. O autoexame no banho ajuda a reconhecer sinais cedo.

Um único testículo pode produzir espermatozoides suficientes, mas a fertilidade precisa ser avaliada com exames como o espermograma antes de qualquer conclusão.

Trauma testicular de alta energia pode causar ruptura, sangramento e hematoma. Dor importante, aumento de volume ou roxidão após pancada exigem avaliação de emergência.

Embora o câncer de mama seja muito mais comum em mulheres, homens também podem ter a doença. Dr. Fred reforça o autoexame e a avaliação com mastologista diante de caroço ou alteração na mama.

A ressecção transuretral da bexiga usa câmera e energia pela uretra para remover tumores vesicais. O procedimento ajuda no diagnóstico e no tratamento, especialmente quando há sangramento na urina.

O exame simples de urina pode mostrar sangue, proteína, cristais, glicose, nitrito ou bactérias. Esses achados podem apontar para alterações como hematuria, cálculos, diabetes ou infecção urinária.

Após o implante de prótese peniana, os cuidados incluem higiene da ferida, uso correto de antibióticos e analgésicos no pós-operatório e evitar manuseio desnecessário para preservar o mecanismo.

Sangue visível na urina exige atenção. Dr. Fred diferencia hematuria macroscópica e microscópica e explica quando fatores como idade, tabagismo e exposição ocupacional aumentam a preocupação.

A antiga Síndrome de Marion hoje é chamada de hipertrofia primária do colo vesical: uma obstrução na saída da bexiga que pode causar dificuldade para urinar em homens jovens.

Antes de uma cirurgia urológica, Dr. Fred orienta completar exames, alinhar relatórios de outras especialidades e informar medicamentos que podem precisar de ajuste ou suspensão.

Disfunção sexual não é exclusiva de idosos e também não deve ser considerada normal no envelhecimento. Queda do desejo, dificuldade de ereção ou alteração do orgasmo merecem avaliação.

A vasectomia interrompe apenas a passagem dos espermatozoides: não reduz testosterona, libido ou ereção. Suspeita de deficiência hormonal deve ser investigada separadamente.

Na maioria dos casos de disfunção erétil, conversa e exame físico bastam. Quando o tratamento não funciona, o Doppler peniano pode avaliar a circulação, e o risco cardiovascular precisa ser investigado.

Dor, ardor ou desconforto durante a relação sexual não é normal em homens, especialmente se houver secreção uretral. O vídeo orienta avaliação para possíveis infecções.

Dr. Fred resume problemas urológicos comuns em idosos: HPB, câncer de próstata, incontinência urinária, cálculos e infecções urinárias.

O espermograma avalia volume, concentração, motilidade e morfologia dos espermatozoides, ajudando a investigar infertilidade masculina.

Diabetes mal controlado pode lesar vasos e nervos importantes para a ereção. Controle glicêmico, exercício e dieta reduzem o risco de disfunção erétil.

Secreção saindo pela uretra pode indicar uretrite, muitas vezes ligada a ISTs. O vídeo orienta preservativo, avaliação médica e investigação de outras infecções.

A deficiência de testosterona pode causar alterações de humor, sono, disposição, força e desejo sexual. O diagnóstico exige dosagem hormonal e avaliação médica.

Fratura peniana é uma ruptura durante a ereção e deve ser tratada como urgência. O vídeo explica sinais de alerta, risco de lesão uretral e curvatura tardia.

Pequena assimetria pode ser normal, mas aumento importante do volume testicular ou escrotal precisa de avaliação para descartar causas como hidrocele, hérnia e tumor de testículo.

A avaliação urodinâmica mede pressões, armazenamento, esvaziamento e escapes de urina para orientar o diagnóstico de problemas da bexiga e do trato urinário inferior.

O urologista também cuida do aparelho urinário feminino. Dr. Fred lembra que mulheres podem procurar urologia para cálculos, tumores urinários, infecção urinária e incontinência.

Dor forte no testículo é emergência. Dr. Fred explica que a torção testicular pode interromper o fluxo de sangue e levar à perda do testículo se não tratada rapidamente.

Cigarro eletrônico e vape não são inofensivos. O vídeo alerta para riscos cardiovasculares e oncológicos, incluindo a relação com câncer de bexiga.

Álcool em excesso pode piorar a performance sexual masculina, interferindo na vascularização do pênis, na produção hormonal, na libido e na capacidade de manter ereção.

Fimose pode favorecer candidíase no pênis, infecção urinária em meninos, parafimose com urgência cirúrgica e maior risco de câncer de pênis quando associada à má higiene.

Entrevistas e Imprensa

Fórmulas que prometem melhorar a ereção sem composição validada pela Anvisa podem esconder riscos. Dr. Fred alerta: não caia em produtos milagrosos — procure avaliação médica.

Dr. Fred revisita atendimentos, cirurgias, eventos, equipe e família em uma retrospectiva pessoal e profissional de 2025.

A transcrição real fala de exercício físico estruturado em câncer de intestino avançado, com melhora de mortalidade em estudo oncológico, sem ligação urológica específica no catálogo atual.

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